quinta-feira, 20 de maio de 2010

(...)

Pela noite moribunda
lágrimas gotejam os resquícios
das nossas dores e amores
em tons de azul e branco:
azul anil.
Anil da cor do céu,
da cor do vento e do nosso amor
em cordel;
tecendo vida, leve como pluma
um movimento como figura, retrato
do que nós fomos
- enquanto seres abstratos -
abstraindo, abstraindo,
abstraindo...

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